Quem Somos
O Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) é uma entidade autárquica, com personalidade jurídica de direito público e autonomia técnica, administrativa e financeira, vinculado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama). O Iema tem como finalidade planejar, coordenar, executar, fiscalizar e controlar as atividades relacionadas ao meio ambiente e aos recursos naturais no Estado do Espírito Santo.
Fundado em 2002, o Iema é o órgão responsável pela gestão e operação da Rede Automática de Monitoramento da Qualidade do Ar (RAMQAr) e da Rede Manual de Partícula Sedimentável (RMPS). Além disso, o Instituto realiza a recepção, organização e divulgação dos dados de qualidade do ar e de partícula sedimantável provenientes das redes de monitoramento privadas, contribuindo para a transparência das informações ambientais e para o acompanhamento das condições ambientais no Estado do Espírito Santo.
Como é feito o monitoramento dos poluentes atmosféricos?
O monitoramento da qualidade do ar no Espírito Santo é realizado por meio de duas redes:
RAMQAr
Rede Automática de Monitoramento da Qualidade do ArA RAMQAr é composta por equipamentos que coletam e analisam continuamente amostras do ar. Os dados são processados e disponibilizados, seguindo as diretrizes estabelecidas no Guia Técnico para o Monitoramento e Avaliação da Qualidade do Ar (MMA, 2019) e na Orientação Técnica sobre o Índice de Qualidade do Ar (MMA, 2025).
Essa rede permite acompanhar, de forma contínua, as concentrações dos principais poluentes atmosféricos e avaliar as condições da qualidade do ar no Estado.
RMPS
Rede Manual de Monitoramento de Partícula SedimentávelPara a quantificação da taxa de deposição de Partícula Sedimentável (PS) são empregados os procedimentos descritos nas normas ASTM D1739-98 (2004) e NBR ABNT 12065:1991. O coletor é exposto por 30 dias, e após este período a massa depositada é seca e quantificada por gravimetria
O Espírito Santo se destaca nacionalmente por realizar esse tipo de monitoramento, sendo um dos poucos estados brasileiros a contar com uma rede específica para o acompanhamento de partículas sedimentáveis, conhecido popularmente como “pó preto”.




